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| "Se te afastaste de alguém, e esse alguém não correu atrás... sabes que fizeste a escolha certa." Eu sempre soube que afastar-me era a escolha certa... Menina da Rádio \m/ |
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Indeed!
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
"You don't know...
... how sick you make me, you make me fucking sick to my stomach, every time I think of you, I puke! "
Epic win
Menina da Rádio \m/
domingo, 29 de janeiro de 2012
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| Epic win! Menina da Rádio \m/ |
Embora ache piada ao conteúdo da imagem não estou de acordo...
O facebook não destrói amizades ou amores e, diga-se, amizades ou amores verdadeiros. O facebook faz-nos apenas o favor de colocar um ponto final antecipado nas relações sem futuro. Mostra-nos a realidade das pessoas que julgamos conhecer. Para testar um namoro não há coisa melhor! Portanto, obrigada facebook!
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
Enough!
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
"Pega no telefone...
... e liga-lhe, não tens nada a perder. Diz-lhe que tens saudades dele, que ninguém te faz tão feliz, que os teus dias são secos, frios e áridos, como um deserto imenso, sem oásis nem miragens, sempre que não estão juntos. Pega no telefone e liga-lhe. Se ele não atender, deixa-lhe uma mensagem. Ou então escreve-lhe uma mensagem a dizer que queres estar com ele. Não te alongues nem elabores, os homens nunca percebem o que queres deixar cair nas entrelinhas. Tens de ser clara, directa, incisiva. E não podes ter medo, porque o medo é o maior inimigo do amor. Cada vez que deixares o medo entrar-te nas tuas veias, ele vai gelar-te o sangue e paralisar-te os nervos, ficas transformada numa estátua de sal e morres por dentro.
A vida é uma incógnita, hoje estás aqui, amanhã podes ficar doente, ou cair-te um piano em cima quando fores a andar na rua. Ainda há pessoas que atiram pianos pela janela, sabias? Nunca se sabe como será o dia de amanhã, por isso não percas tempo: pega no telefone e liga-lhe. Tenho a certeza que ele te vai ouvir, tenho a certeza que ele te vai ajudar, tenho a certeza que ele, à sua maneira - e é tão estranha a forma como os homens gostam de nós - ainda gosta de ti. Mesmo que já não te ame, ainda gosta de ti, como tu vais aprender a gostar dele, quando a vida te obrigar a desistir deste amor. Ele está longe, mas olha por ti por entre memórias, presentes e flores. À noite, entre sonhos alterados pelo álcool, tu apareces-lhe na cama e ele volta a sentir o cheiro da tua pele e volta a amar-te com todas as suas forças. Ainda que não acredites, tu viverás para sempre nele, tal como ele vive em ti, na memória das tuas células, num passado que pode ser o teu escudo, mesmo que não seja o teu futuro.
Pega no telefone e liga-lhe. Fala com ele de coração aberto, diz-lhe que o queres ver, chora se for preciso, pede-lhe que te diga se sim ou se não. Se for preciso, por mais que te custe, pede-lhe para te escrever a palavra NÃO. Pede-lhe uma resposta para o teu coração. Mais vale saberes que acabou tudo do que viveres com as laranjas todas no ar, qual malabarista exausto, sem saberes nem como nem quando elas vão cair. Mais vale chorar a tristeza de um amor perdido do que sonhar com um oásis que se transformou numa miragem.
Pega no telefone e liga-lhe. Liga as vezes que forem precisas até conseguires uma resposta, a paz de uma certeza, mesmo que essa certeza não seja a que desejavas ouvir. Mas não fiques quieta, à espera que a vida te traga respostas. A vida é tua, tens de ser tu a vivê-la, não podes deixar que ela passe por ti, tu é que passas por ela. E quando todas as laranjas caírem, apanha-as com cuidado, guarda-as num cesto e muda de profissão. O circo é para quem não tem casa nem país, não é vida para ninguém. Guarda as laranjas num cesto, leva-as para casa e faz um bolo de saudades para esquecer a mágoa. E nunca deixes de sonhar que, um dia, tal como eu, vais encontrar alguém mais próximo e mais generoso, que te ensine a ser feliz, mesmo com todas as pedras que encontrarem no caminho.
Larga as laranjas e muda de vida. A vida vai mudar contigo..."
Menina da Rádio \m/
Menina da Rádio \m/
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
domingo, 8 de janeiro de 2012
Banalidades
" - Eu amo-te, mas o problema não és tu, sou eu.
- Eu amo-te, mas não sou homem para ti. Mereces melhor.
- Eu amo-te, mas não estou apaixonado por ti.
- Eu amo-te, mas preciso de tempo para mim.
- Eu amo-te, mas sinto que nos deveríamos ter conhecido mais tarde.
- Eu amo-te, mas a minha prioridade neste momento tem de ser a minha vida profissional.
- Eu amo-te, mas também acho que amo outra pessoa.
- Eu amo-te, mas não vou conseguir dar-te a vida que queres.
- Eu amo-te, e tenho a certeza disso, mas às vezes tenho dúvidas.
- Eu amo-te, mas acho que não vais ser feliz comigo."
Olá sinceridade! :D
Tenho pena que a expressão "eu amo-te" tenha sido banalizada. Diz-se "eu amo-te" como se diz "bom dia". É claro que a maioria das pessoas que o diz não o sente. Deve ser frustrante ter de mentir em relação aos sentimentos, ter de falar aquilo que não se sente....bem, ou então deve ser fantástico, quando vemos que conseguimos iludir os outros com as nossas falsas promessas e os nossos falsos sentimentos... é, deve ser isto, das duas uma.
Tenho dito.
Menina da Rádio \m/
Etiquetas:
Amor,
Banalidade,
Mentira,
Promessa
sábado, 7 de janeiro de 2012
True story
"You didn't love her. You just didn't want to be alone. Or maybe, maybe she was good for your ego. Or, or maybe she made you feel better with your miserable life, but you didn't love her. Because you don't destroy people you love."
- Grey's Anatomy
A sério? :o
Bem tenho de me deixar de "Lost" e de "American Horror Story" e ver "Grey's Anatomy" mais vezes... dizem coisas com tanto sentido e retratam casos VERÍDICOS --'
Quando gostamos de alguém o que mais queremos é estar com essa pessoa e sermos felizes com ela... tão simples quanto isto. Quando não se gosta, bem quando não se gosta é outra história. Usamos as pessoas, brincamos, iludimos... tudo para proveito próprio. O nosso ego é tramado.
"Se ele gostasse de ti ele estava contigo." - Agora entendo.
Menina da Rádio \m/
Etiquetas:
Amor,
Desilusão,
Ego,
Grey's Anatomy
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
System of a Down
"System of a Down (às vezes abreviado para SOAD) é uma banda de rock armeno-americana formada em Glendale, Califórnia em 1992. É composta por Daron Malakian (guitarra, vocais), Serj Tankian (vocais, teclados), Shavo Odadjian (baixo) e John Dolmayan (bateria). O grupo é conhecido pelas visões políticas e sociais que inserem nas letras de suas canções.
O System of a Down usa uma grande variedade de instrumentos, incluindo guitarra barítona, mandolins elétricos, cítaras, violões de doze cordas entre outros instrumentos asiáticos. Suas principais influências são as bandas mais antigas de rock alternativo, mas eles também foram influenciados pelo heavy metal, punk rock, jazz, fusion, música folk da Armênia, rock, rock clássico, blues e industrial. Em 2006 o grupo entrou em hiato por tempo indeterminado, porém em 29 de novembro de 2010 a banda anunciou a saída de hiato em seu website oficial. Em 2011 se apresentou no Rock in Rio."
Mas que REIS! :D
Menina da Rádio \m/
Como se esquece?
"Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar."
Tenho esperança que o meu se canse...
Menina da Radio \m/
I'm back!
Bem afinal parece que ainda estou viva... sim foi uma grande ausência e não, não morri :) Não sei o que deu ao blogue, mas não consegui publicar nada durante muito tempo... hoje já não sei a que propósito decidi vir cá ver o estado de atrofio do bicho :) Bem pelo que parece voltou ao normal, já me deixa publicar :)
Só há o problema de já não me lembrar como se mexe com isto, tirando isso, tudo tranquilo.
Hasta
Menina da Rádio \m/
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