domingo, 27 de fevereiro de 2011

Sorri

Hoje quero partilhar dois poemas, ambos abordam o mesmo tema. A importância de sorrir mesmo quando tudo parece perdido.

"Sorri
Quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos, vazios
Sorri
Quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador
Sorri
Quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados, doridos
Sorri
Vai mentindo a tua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz."

John Turner e Geoffrey Parsons

"Smile, though your heart is aching
Smile, even though it’s breaking
When there are clouds in the sky
you’ll get by
If you smile through your fear and sorrow
Smile and maybe tomorrow
You’ll see the sun come shining through
for you

Light up your face with gladness
Hide every trace of sadness
Although a tear may be ever so near
That’s the time you must keep on trying
Smile what’s the use of crying
You’ll find that life is still worthwhile
If you’ll just
Smile"

Charlie Chaplin

Realmente o senhor Chaplin tem toda a razão. Para que servem as nossas lágrimas? Elas conseguem mudar alguma coisa?... Sim eu sei que chorar alívia, e blá blá blá. Mas se querem chorar façam-no quando estão sozinhos. Nos outros momentos sorriam, mesmo que com um sorriso um pouco forçado, mesmo que "por dentro" estejam a chorar sorriam. Um sorriso nosso para alguém pode ter muito valor, e a nós não nos custa nada dá-lo. Portanto ofereçam sorrisos para todos. É o meu conselho de hoje.
Deixo aqui a promessa que vou continuar a sorrir. Um dia o meu sorriso há-de tornar-se o mais verdadeiro, brilhante e contagiante como outrora. Pelo menos tenho essa esperança...
O que me dá força agora para viver é a vontade que tenho de conquistar o meu sorriso de volta, que no fundo é meu por direito. Alguém mo roubou mas eu vou reavê-lo. Eu quero, eu vou conseguir. Aquele sorriso parvo tão característico da minha pessoa há-de voltar... Por agora, vou esperando... e tentando sorrir :)

Menina da Rádio \m/

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

P!nk



"Alecia Beth Moore (Doylestown, 8 de setembro de 1979), conhecida por seu nome artístico Pink (também estilizado como P!nk) é uma cantora americana de música pop/rock, vencedora de 3 Grammys. Lançou o seu primeiro single "There You Go" e o seu primeiro álbum, Can't take Me Home, lançado em 2000 via LaFace Records.
Nascida numa família musical, aos treze anos já dançava e participava como cantora de apoio de espectáculos na sua cidade. No ano seguinte, um DJ local permitiu que ela cantasse uma música a cada sexta-feira, no palco. Numa dessas noites, P!nk foi vista por um executivo da gravadora MCA, que a levou, inicialmente para um grupo de R&B chamado Basic Instinc, e depois para outro, feminino, The Choice. As experiências não deram certo, mas P!nk impressionou os chefões da gravadora, como o lendário Babyface. P!nk afirma de que seus pais brigavam muito quando ela era ainda pequena,ela se refugiava nos bares com amigos e consumia drogas. Aos 15 anos quase sofreu uma overdose.
O nome artístico "Pink" é uma alusão ao personagem Mr. Pink de Cães de Aluguel, o primeiro filme do diretor Quentin Tarantino."

in Wikipédia,
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pink

Não é das minhas cantoras de eleição, está longe disso. Contudo tem algumas músicas que não posso deixar de apreciar. A que postei gosto e gosto muito :')

"Made a wrong turn
Once or twice
Dug my way out
Blood and fire
Bad decisions
That's alright
Welcome to my silly life"

Fucking Perfect, P!nk

Ao contrário da P!nk não tenho "a tal pessoa" que considere "fucking perfect" e devo estar longe de ser "fucking perfect" para alguém... mas a minha "silly life" é assim mesmo. Ok é oficial, estou muito estúpida hoje e numa onda de músicas de "fazer bebés" (desculpem-me a expressão) LOL E para estar a ouvir deste tipo de músicas lamechas imaginem o meu estado :O Acho que estou a precisar de umas galhetas para acordar para a vida --' Baaaaaaaaah... Hoje não me recomendo...

Menina da Rádio \m/

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Tenho saudades...

"Tenho saudades de ti. Saudades dos nossos momentos... Saudades dos nossos momentos bons e dos maus também. Tenho saudades das nossas conversas sem pé nem cabeça, saudades das nossas discussões. Tenho saudades dos nossos passeios, da nossa vida nada parecida, do teu sorriso quando falavas algo engraçado, da tua cara de ódio, quando mesmo sem querer eu te irritava. Saudades do nosso amor intenso, único e todo errado, das nossas manhãs, tardes, noites e madrugadas. Tenho saudades do teu ciúme com fundamento e dos sem fundamento também. Saudades dos teus medos e da maneira que eu cuidava deles. Saudades da maneira como tu te preocupavas comigo, saudades da tua fraqueza, que me dava força para ser forte. Saudades do nosso primeiro beijo e do último também. Saudades da nossa vida tão igual e tão desigual. Tenho saudades de quando tu aparecias do nada e me fazias sorrir pelo simples facto de estar ali. Tenho saudades do teu amor intenso, da maneira que tu dizias “eu amo-te” deixando um brilho nos meus olhos. Saudades das tuas mãos nas minhas, a minha boca na tua. Saudades dos meus braços à procura dos teus e dos teus braços procurando os meus. Tenho saudades dos planos que fizemos, dos nossos sonhos impossíveis que na nossa vida tentamos juntos construir. Tenho saudades de tudo que se realizou e de tudo que não se realizou. Os nossos telefonemas antes de dormir, as nossas palavras doces, nossas palavras duras e a nossa vontade de ser do outro. Tenho saudades das nossas músicas que até hoje tocam para me fazer sentir mais saudades. Saudades da tua vontade encantadora de me surpreender. Tenho saudades de ti ao meu lado, tenho saudades da tua presença em mim mesmo na tua ausência. Tenho saudades de ti fazendo-me chorar e eu fazendo-te sofrer. Tenho saudades de tudo o que vivemos e do que não conseguimos viver. Tenho saudades da tua maneira de não saber me amar que me fazia sentir a mulher mais amada do mundo. Tenho saudades da nossa dependência um do outro, da nossa forma de esquecer o mundo quando estávamos juntos. Da nossa maneira simples de ver a vida. Vida que não foi nada simples. Tenho saudades de ser tua, só tua. De te pertencer inteiramente, fazendo parte da tua vida, saber o que estavas a fazer e com quem estavas a fazer. Tenho saudades da nossa história, a mais estranha que alguém já escreveu. Tenho saudades do que contamos um para o outro, dos segredos que temos, que escondemos. Saudades do nosso “tempo”... Tenho saudades do nosso namoro escondido, onde só éramos eu e tu. Tenho saudades do nosso amor, nossas juras, nossas promessas, nossos encontros e dos nossos desencontros. Tenho saudades de dizer “amo-te para sempre”. Tenho saudades de ouvir “amo-te para sempre”. Tenho saudades de estar contigo, simplesmente por estar. Tenho saudades da tua amizade, da tua força e da tua confiança em mim, em nós. Tenho saudades da tua voz, do teu carinho, da tua paixão, do teu desejo, das tuas loucuras, da tua inteligência, do teu talento. Saudades de ti quando estavas comigo. Saudades de mim quando estava contigo. Saudades do nosso casamento que não aconteceu. Saudades dos filhos que não tivemos. Saudades da cama que não dividimos. Saudades do futuro que não vivemos. Saudades de ti.
Mas o que mais dói de toda esta saudade é saber que de tudo que eu sinto saudades está destinado para outro alguém. Outro alguém que já odeio antes de existir, outro alguém que provavelmente já existe, outro alguém que não terá a mesma saudade que eu sinto, porque não serei eu. Vivo sentindo saudades. Saudades de mim, de ti, saudades de nós..."

Autor Desconhecido

Menina da Rádio subscreve cada palavra...

domingo, 13 de fevereiro de 2011

The Script


“The Script é uma banda de pop rock/rock alternativo de Dublin, Irlanda. É composta por Danny O'Donoghue, Mark Sheehan e Glen Power. Atualmente vivem em Londres, depois de assinar contrato com a gravadora RCA Label Group Phonogenic. O álbum de estreia do The Script foi lançado em Agosto de 2008.”

In Wikipédia,
http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Script

Os The Script estão em Portugal, mais precisamente em Lisboa no Coliseu dos Recreios, dia 14 para um concerto, ou seja amanhã. Belo modo de celebrar o dia dos namorados. Digo eu que não percebo nada de namorados, nem de relações, nem de amor, nem de nada. Mas mesmo não percebendo nada de nada julgo que seria um bom programa, em vez daqueles que teimam em passar na televisão. Massagens, refeições afrodisíacas, viagens a dois, e outras inúmeras formas de celebrar este dia. Da música ninguém se lembra. Portanto estou cá eu xD Agarrem na vossa cara-metade e rumem a Lisboa, vai com toda a certeza valer a pena.


Coloco o meu selo de qualidade nas músicas desta banda. As minhas favoritas são a "For the first time", a "Breakeven", a "The man who can´t be moved" que aqui coloquei, entre outras. Recomendo os dois albúns desta banda ("Science and Faith" e o "The Script), têm músicas lamechas é verdade... mas valem a pena, palavra de Menina da Rádio ;)

Até ficava bem colocar neste post uma abordagem ao dia de S. Valentim e a minha opinião sobre ele e blá blá blá. Mas sabem que mais? Não me apetece. Com tanta desilusão acho o amor uma bela merda e este dia também, só serve para me lembrar que estou sozinha. Ou então para me lembrar que há uns tempos atrás teria companhia certa para o concerto dos The Script e agora olhem…
Desculpem-me os apaixonados e os que adoram este dia, mas como sabem o blogue é minha propriedade, portanto escrevo o que me dá na real gana. :)
Talvez um dia, consiga dar valor a esta data. Talvez coloque um post super apaixonado cheio de coraçõezinhos e de promessas de amor eterno. Um dia, daqui a 20 ou 30 anos talvez xD Por agora amor é sinónimo de desilusão, portanto quero-o bem LONGE...
E no final de contas acabei por vos mostrar a minha opinião LOL Pouco simpática como viram. Tenho dito… ;)

Menina da Rádio \m/

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Príncipe Encantado


"A pessoa certa não é a mais inteligente, a que nos escreve as mais belas cartas de amor, a que nos jura a paixão maior ou nos diz que nunca se sentiu assim. Nem a que se muda para nossa casa ao fim de três semanas e planeia viagens idílicas ao outro lado do mundo. A pessoa certa é aquela que quer mesmo ficar connosco. Tão simples quanto isto. Às vezes demasiado simples para as pessoas perceberem. O que transforma um homem vulgar no nosso príncipe é ele querer ser o homem da nossa vida. E há alguns que ainda querem.
Os verdadeiros Príncipes Encantados não têm pressa na conquista porque como já escolheram com quem querem passar o resto da vida, têm todo o tempo do mundo; levam-nos a comer um prego no prato porque sabem que no futuro nos vão levar à Tour d’Argent; ouvem-nos com atenção e carinho porque se querem habituar à música da nossa voz e entram-nos no coração bem devagar, respeitando o silêncio das cicatrizes que só o tempo pode apagar. Podem parecer menos empenhados ou sinceros do que os antecessores, mas aquilo a que chamamos hesitação ou timidez talvez seja apenas uma forma de precaução para terem a certeza que não se vão enganar.
O Príncipe Encantado não é o namorado mais romântico do mundo que nos cobre de beijos; é o homem que nos puxa o lençol para os ombros a meio da noite para não nos constiparmos ou se levanta às três da manhã para nos fazer um chá de limão quando estamos com dores de garganta. Não é o que nos compra discos românticos e nos trauteia canções de amor no voice mail, é o que nos ouve falar de tudo, mesmo das coisas menos agradáveis. Não é o que diz Amo-te, mas o que sente que talvez nos possa amar para sempre. Não é o que passa metade das férias connosco e a outra metade com os amigos; é que passa de vez em quando férias com os amigos. O Príncipe que sabe o que quer, não é o melhor namorado do mundo; é o marido mais porreiro do mundo, porque não é o que olha todos os dias para nós, mas o que olha por nós todos os dias. Que tem paciência para os meus, os teus, os nossos filhos e que ainda arranja um lugar na mesa para os filhos dos outros. Que partilha a vida e vê em cada dia uma forma de se dar aos que lhe são próximos. Que ajuda os mais velhos a fazer os trabalhos de casa e põe os mais novos a dormir com uma história de encantar. Que quando está cansado fica em silêncio, mas nunca deixa de nos envolver com um sorriso. Não precisa de um carro bestial, basta-lhe uma música bestial para ouvir no carro. Pode ou não ter moto, mas tem quase sempre um cão. Gosta de ler e sai pouco à noite porque prefere ficar em casa a namorar e a ver o Zapping. Cozinha o básico, mas faz os melhores ovos mexidos do mundo e vai à padaria num feriado. O Príncipe é um Príncipe porque governa um reino, porque sabe dar e partilhar, porque ajuda, apoia e nos faz sentir que somos mesmo muito importantes.
Claro que com tantos sapos no mercado, bem vestidos, cheios de conversa e tiradas poéticas, como é que não nos enganamos? É fácil. Primeiro, é preciso aceitar que às vezes nos enganamos mesmo. E depois, é preciso acreditar que um dia podemos ter sorte. E como o melhor de estar vivo é saber que tudo muda, um dia muda tudo e ele aparece. Depois, é só deixa-lo ficar um dia atrás do outro... e se for mesmo ele, fica."

Margarida Rebelo Pinto

É pena termos de beijar alguns sapos para podermos encontrar o tal Príncipe... e se calhar esse tal Príncipe nem existe :(

Menina da Rádio \m/

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Sum 41

“Sum 41 é uma banda de punk rock do Canadá formada em 1996, em Ajax, Ontário, pelos adolescentes Deryck Whibley e Steve Jocz. Cone McCaslin foi recrutado um pouco mais tarde para completar a banda. O grupo aposta numa mistura de punk, pop e rap.
O nome da banda, Sum 41, é uma abreviação da expressão: "41 days into the Summer", ou seja, 41 dias de verão. Porque a banda foi formada no 41° dia do verão canadense. O quarteto criado em cena local com artimanhas brincalhonas e performances energéticas, logo passou a realizar shows em regiões vizinhas. Vários produtores interessaram-se pela banda. Inicialmente, assinaram um contrato com a gravadora Aquarius, no Canadá, mas optou pela Island Records, que viu no Sum 41 um forte concorrente para os americanos do Blink-182.”

In Wikipédia,
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sum_41

Os Sum 41 estão de regresso a Portugal no próximo dia 17 deste mês para um concerto em Lisboa e dia 19 no Porto, depois de um suposto concerto no Rock in Rio do ano passado que foi cancelado à última da hora. Tenho muita pena de não estar presente.


"I tried to be perfect
but nothing was worth it.
I don't believe it makes me real.
I thought it'd be easy
but no one believes me.
I meant all the things I said.

If you believed it's in my soul,
I'd say all the words that I know
just to see if it would show
that I'm trying to let you know
that I'm better off on my own.

This place is so empty.
My thoughts are so tempting.
I don't know how it got so bad.
Sometimes it's so crazy
but nothing can save me
but it's the only thing that I have.

If you believed it's in my soul,
I'd say all the words that I know
just to see if it would show
that I'm trying to let you know
that I'm better off on my own.

I tried to be perfect,
it just wasn't worthing.
Nothing could ever be so wrong.
It's hard to believe me.
It never gets easy.
I guess I knew that all along.

If you'd believe it's in my soul,
I'd say all the words that I know
just to see if it would show
that I'm trying to let you know
that I'm better off on my own."

Pieces”, Sum 41

Quantas vezes achei ter uma vida perfeita.
Tudo ser como deveria ser, tudo estar onde deveria estar… Quantas vezes achei ter a maior sorte de todas. A maior perfeição de sempre. Se alguém me perguntasse se era feliz, responderia sem hesitar “está para nascer alguém mais feliz que eu”.. Quantas vezes agradeci toda a sorte que tinha, quantas vezes duvidei dessa sorte, por ser tudo perfeito demais…
Agora percebo que tudo era perfeito sim, porque tudo era uma mentira. As minhas dúvidas tinham todo o direito de existir... A vida real não é perfeita, embora eu acreditasse que a minha era. Foi tudo uma mentira. A mentira mais perfeita que alguma vez vivi… Lamento que tenha acabado. Sim lamento, porque viver a “perfeição” foi algo que provavelmente nunca irei repetir. Mesmo que tenha sido uma mentira. É um bocado contraditório, eu sei. Mas experimentem ter uma vida perfeita e depois dar de caras com uma vida real, estupidamente aborrecida, sem nada por lutar, sem nada que vos faça viver, uma vida onde todos os vossos pesadelos, todos os vossos medos se tornam reais… talvez nesse caso prefiram viver a mentira perfeita. Vivendo alheios a que realmente se trata de uma mentira, vão querer que ela dure para sempre. Mas tudo tem um fim… Até as mentiras que tornam as vidas perfeitas tem duração.
Agora, só espero nunca mais viver uma mentira perfeita. Já sei o que é, já sei o que acontece quando acaba. Prefiro a realidade. Não quero mais mentiras, não quero… não preciso de outra mentira perfeita.

Menina da Rádio \m/

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Um instante



"De um momento para o outro a nossa vida muda. Estamos em mudança constante. De um segundo para o outro perdemos pessoas importantes na nossa vida. E por vezes basta um instante para encontrar alguém por quem temos andado à procura a vida toda, e ainda mais um segundo para voltar a perder, para depois conquistar novamente. As mudanças do ciclo de vida são das mais variadas que se pode imaginar. Umas são para melhor. Outras são para pior. Mas todas elas fazem parte da vida. Umas por vezes não custam nada… mudar de estilo, mudar de pensamentos, mudar de emprego. Outras estão rodeadas de sofrimento. Mudar de país, mudar de amigos, mudar de amores.
Que acontece quando somos confrontados com estas mudanças e nada podemos fazer para as impedir? Sofremos naturalmente. Mas esse sofrimento fornece a energia necessaria para viver. De certo modo sofrer faz com que exista uma vontade de procurar uma situação melhor. E isso implica mais uma mudança. Isto é, na realidade um ciclo vicioso, onde a única forma de o travar é a monotonia. E quem gosta disso? Ninguém. Por isso temos mais é que aceitar estas mudanças. Porque, quer se aceite, quer não, a vida é um instante muito breve onde de um momento para o outro acontece mais uma mudança que não podemos controlar. A morte. A mudança suprema, aquela em que passámos de um mundo para o outro, e não levámos nada connosco, apenas deixámos. Deixámos as recordações com que os vivos ficam de nós, e até essas recordações tem data de validade associada mais uma vez à morte.
Por isso, não devemos tentar fugir às mudanças que cruzam o nosso caminho, mas sim enfrentar cada uma delas com coragem e com a ideia que essa mudança pode ser para melhor.
A vida são dois dias, o de ontem já passou e o de hoje está a acabar. Amanhã está no incerto. Aproveito cada nova oportunidade." :)

Autor desconhecido

A música que postei transmite uma mensagem que deve ser interiorizada por todos. (Aqui está a prova de que em Portugal se faz boa música). Vivam as vossas vidas, deixem viver os outros e sejam felizes. Tenho dito...

Menina da Rádio \m/

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O que existe?

Acreditei em palavras, em olhares. Acreditei que existia. Acreditei em cumplicidades, em gestos. Acreditei que existia. Mas não existe. Nunca existiu! Não pode ter existido… tudo mentiras, enganos. Tudo ilusões.
O que existe afinal?
Existe a desilusão, que me preenche por completo. Porque acreditei em ti, porque confiei em ti. Em tudo o que dizias sentir. Mas foste embora, deixaste-me...
Existe a mágoa que perdura. Sinto-me a morrer por dentro. O sorriso outrora brilhante e contagiante definha.
Existe o mar, livre, azul, salgado. Salgado como as minhas lágrimas, distante, como o meu amor.
Existe a morte, que espero ansiosa, onde cairei num sono eterno. Não mais sonharei contigo! Nunca mais serás o primeiro pensamento do meu dia, nem invadirás as minhas insónias constantes.
Existe tanto para além de ti, e esse tanto, que tanto quero agarrar foge-me. Escorre-me entre os dedos como areia fina da praia no Inverno.
Antes de existires em mim eu vivia! Há um mundo inteiro para além de ti. Maldito ser que me cativou, iludiu, usou e não abandona os meus pensamentos. Sei de tanto que existe. Mas agora não consigo agarrar nada. Nada desse tanto que existe para além de ti. Um mundo inteiro que me quer deixar brilhar. Mas só te sinto a ti.
Sei de tanto que existe… e sei também que não existe amor...
Existe luta! Vontade de lutar, de vencer! Lutámos para vencer juntos, lutámos para sermos um. Agora sozinha luto contra mim própria. Travo a maior luta de sempre. E quem é o meu maior adversário se não eu mesma? Agora que foste, que tudo acabou, que fiquei sozinha luto contra mim própria! Esta luta não me deixa seguir em frente. O que existe afinal? O que existiu?
Não existe esperança. Essa maldita morreu com as palavras que deixaste de me dizer, com as palavras que deixei de ouvir. Com os beijos que nunca mais senti. Com os abraços que desapareceram.
Onde está esse amor que une as pessoas? Esse sentimento puro, existe? Dizem que o amor está onde menos se espera. Mas estará mesmo?
De cúmplices, amigos, amantes passamos a completos estranhos.
Sinto-me culpada por não conseguir esquecer-te…
Onde está o amor que nos uniu? Que nos fez amar juntos? Que nos fez sonhar juntos? Que nos fez sorrir juntos? Que nos fez desejar juntos?

Hoje tenho a certeza… não existe amor!


Menina da Rádio \m/

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

My Chemical Romance


"My Chemical Romance (geralmente abreviado para MCR) é uma banda de rock dos Estados Unidos formada em 2001 em New Jersey.
Os integrantes são oriundos de Belleville e Kearny, New Jersey, exceto pelo baterista Bob Bryar, que é de Chicago, Illinois. O nome da banda foi ideia do baixista Mikey Way, que retirou-o do livro "Ecstasy: Three Tales of Chemical Romance" de Irvine Welsh."

in Wikipedia,
http://pt.wikipedia.org/wiki/My_Chemical_Romance

ADORO a música que aqui coloquei, adoro mesmo. Faz-me sentir mesmo bem quando a ouço em altos berros :D
Recomendo os My Chemical Romance, tem músicas de topo mesmo... como a "Sing", "I'm not okay (I promise)", "I don't love you", "Welcome to the Black Parade", entre muitas outras :)
NANANANANANANANANANANANANANANA \m/

Menina da Rádio \m/